Filho meu, não chora
Tá chegando a hora
Fez a minha história de a minha vida
Como dói a dor da despedida
Meu corpo cansado
Pelo prateado
Meu rosto marcado
Manchado do sol
Ô, filho meu
Seu pai foi o melhor
Meu gibão de couro
Meus troféu de ouro
São só exemplos
Que não adianta se bater de frente
Com a força do tempo
Que não adianta se bater de frente
Com a força do tempo
Eu descobri de um jeito amargo
Que viver só de passado já não vale a pena
Eu era o bom das vaquejadas
E hoje em dia eu não sou nada
Filho meu, entenda
E o tempo é igual a traça
Querendo ou não, ele passa
E tudo ele corrói
Já não tem volta pro passado
Só que eu sei que meu legado
O tempo não destrói
Já não tem volta pro passado
Só que eu sei que meu legado
O tempo não destrói
Essa aqui é dedicada ao velho peão e o Isaac do Repete
Os dois incentivaram e ainda incentiva o Igulha
E meu gibão de couro
Meus troféu de ouro
E esse velho tolo
São só exemplos
E não adianta se bater de frente
Com a força do tempo
E não adianta se bater de frente
Com a força do tempo
Eu descobri de um jeito amargo
Que viver só de passado já não vale a pena
Eu era o bom das vaquejadas
Hoje em dia eu não sou nada
Filho meu, entenda
Que o tempo é igual a traça
Querendo ou não, ele passa
E tudo ele corrói
Já não tem volta pro passado
Só que eu sei que meu legado
O tempo não destrói
Eu descobri de um jeito amargo
Que viver só de passado já não vale a pena
Eu era o bom das vaquejadas
Hoje em dia eu não sou nada
Filho meu, entenda
E o tempo é igual a traça
Querendo ou não, ele passa
E tudo ele corrói
Já não tem volta pro passado
Só que eu sei que meu legado
O tempo não destrói
Já não tem volta pro passado
Só que eu sei que meu legado
O tempo não destrói
O tempo não destrói